Monsters of Drum and Bass é um evento focado na produção e realização de festas trabalhando com o estilo Drum and Bass da música eletrônica com artistas nacionais e internacionais no Brasil e no Mundo. Sua primeira edição aconteceu em São Paulo com os DJs do Reino Unido TC e seu MC Jakes, DJ Andy e DJ Koiti.

Com o conceito de apresentar em cada edição sempre um grande artista internacional, a festa busca unificar e promover o movimento Drum and Bass, que acima de tudo, é uma atitude, um estilo de vida!

Criada por amantes da boa música o evento tem um concept padronizado tanto no conceito visual quanto no conceito musical, permitindo a expansão do evento para qualquer parte do mundo baseada em seu modelo.

Não sabe o que é o Drum and Bass? Conheça aqui.

Drum and bass (também abreviado como D&B, DnB ou simplesmente d’n’b) é um estilo de música eletrônica que originou-se a partir do jungle. Surgiu na metade dos anos 90 na Inglaterra. O gênero é caracterizado por batidas rápidas, próximas a 170 BPM.

Cultura

O drum and bass vem se destacar na cultura mundial no começo dos anos 90, porém, nos guetos londrinos, algo conhecido como hardcore breakbeat já era conhecido.  O hardcore breakbeat é uma evolução do hip-hop com batidas quebradas, e o termo hardcore vem de rápido, acelerado, que nos dá a entender que o ritmo se destaca por batidas quebradas rápidas. Após passar por várias influências, como a música jamaicana (consequência da aglomeração de imigrantes jamaicanos nesses guetos), ragga e dub, o hardcore breakbeat tomou um novo rumo, chamado Jungle. O Jungle, sonoramente falando, se trata dessas batidas do hardcore breakbeat, com fusões do ragga, dub, funk, e sons presentes na música jamaicana. A hipótese mais conhecida pelo aparecimento do nome jungle é a de que tal nome se refere justamente do gueto, ou seja, da selva que era o gueto, ou dando a entender que o jungle era música do gueto. Dando um certo ar preconceituoso esse termo logo começou a causar problemas, as hipóteses para que o nome tenha virado drum and bass seriam de que, por o termo ser preconceituoso, as pessoas estavam querendo dar um ar étnico correto ao ritmo, mudando-o para drum and bass.  Quando falamos de cultura “drumbazista”, estamos nos referindo a uma cultura bastante ligada à cultura urbana, ou seja, a uma nova cultura, uma cultura jovem, diferente. O drum and bass se destaca de outras vertentes da música eletrônica por ter batidas rápidas, acima de 160 BPM, pela variedade de ritmos que se podem fundir com ele, exemplo disto são várias produções de DJs nacionais com cantores e artistas de bossa nova, e também, sua possibilidade de representar vários contextos culturais, como o hip-hop, o ragga e a cultura urbana em si. O drum and bass está “escondido” na nossa cultura, se prestarmos atenção, iremos vê-lo como fundo de comerciais, documentários ou programas de TV, assim como feito com outras vertentes eletrônicas como o chill out e o dub.

Glossário

Junglist – Junglist primeiramente era o nome dado à quem era da selva, do gueto, mas hoje, é um termo para quem curte jungle, drum and bass, sem distinção de classe social, raça, nacionalidade, qualquer um que tenha amor ao jungle é um junglist.

Drumbazista – Drumbazista é um termo pouco conhecido, porém, é uma forma, mesmo estranha de se dizer, para quem curte o drum and bass, esse nome foi bastante “aportuguesado”.

Big Up – Um cumprimento, uma forma de elogio, na verdade é um cumprimento de uma pessoa que curta o ritmo para outra.

Boooh ! – Grito entusiasmado, dado pelo público ou MC da noite, quando após a entrada de uma faixa ela cause um grande impacto na pista, com ênfase em uma linha de baixo forte ‘como um soco’.

Scratch – Scratch não faz parte da gíria drum and bass, ou melhor, nem gíria é, é o nome dado para o ato de fazer ruídos, com o vinil, ou seja, é uma forma de som que acontece quando se pressiona, gira, para ou faz peripécias com as mãos no vinil. O scratch não só está no drum and bass, mas vem do hip-hop, e está em vários gêneros. Para muitos, scratch é a forma perfeita de expressar arte e demonstrar suas habilidades como Disc-Jocker*, o famoso DJ. (*que por sua vez, ao pé da letra, significa “Coringa dos Discos” como um menestrel que brinca com as notas e diferentes efeitos, ritmos).

VIP – Versão geralmente exclusiva de uma faixa. Ela é feita pelo próprio autor da música para amigos próximos ou apenas para si mesmo, surpreendendo a pista acostumada a ouvir a versão lançada de uma faixa de sucesso. Ocasionalmente a versão ‘VIP’ atinge tal sucesso que para não perder a oportunidade de vender discos o autor lança a faixa em um novo disco. Versões ‘VIP’ também podem ser releituras feitas pelo próprio autor de suas faixas muito antigas, dando uma roupagem moderna a ela para ser mais facilmente mixada com as novas tendências do estilo.

Dubplate – Acetato prensado por unidade. Leva-se um DAT, CD ou MD (ou qualquer outra mídia) e a gravação é transferida para uma prensa de vinil onde será confeccionado o dubplate que poderá ser cortado em 10 ou 12′ (polegadas), peso aproximado de 400g. O disco deverá ser tocado por tempo limitado, pois como se trata de um acetato, processo anterior ao vinil, ele traz essa desvantagem. Geralmente, os dubplates são prensados para que os DJs ‘testem’ as músicas na pista antes de seu lançamento, sem ter que fazer uso de mídias digitais.

Rewind – Após um DJ mixar uma faixa que é muito popular e receber um retorno muito especial da pista de dança é comum ele parar o disco e girá-lo ao contrário rapidamente com as mãos, deixando que a faixa seja tocada do começo, especialmente quando a faixa possui uma introdução interessante ou diferente. O “Rewind” tem origens na raiz dos shows de reggae jamaicanos, onde o começo da música sempre é considerado o momento mais importante desta. Sendo assim, os músicos jamaicanos tinham tendência a repetir o início da mesma música várias vezes, o “glissando”, com constantes aplausos da platéia.Esta cultura se manteve viva nos soundsystens jamaicanos e londrinos e se estendendo aos djs de drumnbass de hoje.

Vertentes

Dentro desse estilo de música eletrônica ainda surgem vertentes que possuem características próprias que são expressas em elementos musicais como velocidade bpm ou arranjos característicos introduzidos em sua produção. Como exemplo o som feito pelo DJ Makoto, característico por ter elementos de jazz, como o saxofone, sendo classificado como Jazzstep.

Fonte  WikiPedia

Um dos maiores DJs de Drum and Bass do Mundo estreiando a primeira edição do Monsters of Drum and Bass Brasil. Acompanhado do seu MC Jakes, TC é um dos nomes mais cotados para festivais em todo o mundo e agora se apresenta em São Paulo na versão Club para os amantes do Drum and Bass dividindo seu espaço com os DJs brasileiros Andy & Koiti. Remixer oficial da Rihanna com a música Rude Boy, TC é um dos mais respeitados produtores da cena atual.Uma festa imperdível!

O evento acontecerá no coração de São Paulo, especificamente na rua augusta, com fácil acesso de todas as regiões, estacionamento no local e com uma estrutura inovadora. Sound System especial, dois ambientes, área vip, camarotes e área para fumantes.Pensando sempre no exigente público do Drum and Bass e procurando renovar a cena nacional, o evento traz um novo conceito para a noita paulistana.A marca se extenderá em outras edições, sempre com a participação de atrações internacionais de peso e com uma infra-estrutura de ponta cobrindo de São Paulo aos quatro cantos do mundo. Não fique fora dessa!